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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Pesquisadora cria sistema que controla objetos pelo movimento de olhos e dedos

Ao menos uma vez na vida você quis poder controlar um objeto com um piscar de olhos, não é? Saiba que essa realidade está cada vez mais próxima. Uma pesquisa resultou na criação de cílios postiços e unhas de acrigel, capazes de controlar apresentações de slides, equipamentos de DJ, iluminação e uma infinidade de objetos. O estudo, desenvolvido na PUC-Rio, é feito pela peruana Kátia Vega, com supervisão do professor Hugo Fuks.

Kátia Vega com o prêmio de primeiro lugar em Design Challenge TEI (Foto: Paulo Guerra F.)


A ideia de criar os itens surgiu da vontade de Kátia em inovar em suas áreas de maior interesse: a computação ubíqua – quando a informática é onipresente na vida das pessoas – e o wearable, peças que usam computação e eletrônica, mas que podem ser vestidas. “Quando entrei para o Doutorado em Informática, queria trabalhar com wearable e com o uso da informática na vida diária das pessoas. Mas, como todos se voltavam sempre para as roupas, resolvi criar algo que pudesse ser usado no rosto, mas de forma escondida, discreta”, contou.
          A partir daí, nasceu o que ela chama de "chemical eyelashes", cílios postiços tratados quimicamente, associados a uma maquiagem condutora e ligados a um transmissor de rádio. Ao se tocarem, ativam o controle do dispostivo ao qual estão ligados, por meio de um circuito. Os impulsos elétricos são alimentados por bateria embutidas a uma tiara. “Quero proporcionar às pessoas a possibilidade de interagir com o que quiserem e da forma que quiserem”, disse.

Os cílios são tratados quimicamente para não perderem a cor original e recebem fios metalizados (Foto: Reprodução/Beauty Technology)   
* Os cílios são tratados quimicamente para não perderem a cor original e recebem fios metalizados (Foto: Reprodução/Beauty Technology)


Para criar o acessório e o cosmético, pestanas falsas foram tratadas - para não perderem a cor preta - e metalizadas para captar o movimento dos olhos. A conexão entre os cílios e os dispositivos utilizados é feita por meio de um material condutor, que funciona como um delineador nos olhos, e colado com a cola comum que acompanha o produto. “A ideia é fazer com que os cílios entendam o piscar dos olhos”, explicou Kátia.

As "chemical eyelashes" ainda são um protótipo, que vem sendo aprimorado pela peruana. No entanto, já lhe rendeu o primeiro lugar no TEI 2013 Design Challenge, realizado em Barcelona, na Espanha. O concurso premia os projetos de interação física com a tecnologia de computação. Na ocasião, Kátia se vestiu de super herói e usou os cílios para levitar um objeto e controlar as imagens exibidas em um projetor. Enquanto o olho direito fazia o objeto subir e descer, o esquerdo trocava a apresentação na tela.

O objeto levitado por Kátia durante a apresentação no TEI 2013 Challenge Design (Foto: Reprodução/Beauty Technology)
*O objeto levitado por Kátia durante a apresentação no TEI 2013 Challenge Design Challenge (Foto: Paulo Guerra F.)

Mas as criações de Kátia não param por aí. A peruana também desenvolveu unhas de acrigel que funcionam com a mesma tecnologia de cartões magnéticos. O objetivo das Beauty Tech Nails também é controlar objetos, mas pelos dedos.

A tecnologia das unhas desenvolvidas por Kátia é diferente da utilizada nos cílios. Neste caso, a doutoranda faz uso de etiquetas RFID (do inglês, Radio Frequency Identification. Em português, identificação da frequência de rádio), pequenos transponders que são colocados nas unhas de acrigel. Esses chips respondem a um leitor de RFID, que obtém uma combinação e executa o que estiver programado para ser feito.
"Estava em Hong Kong quando tive a ideia. Fui à manicure e pedi que colocasse acrigel em minhas unhas. Levei as etiquetas de RFID comigo e pedi que elas fossem coladas nas unhas. Pintei normalmente e fiquei com a tecnologia por dias. Tomava banho, fazia tudo com ela, sem problemas. Enquanto isso fui programando os projetos com as unhas”, contou Kátia.

As unhas recebem etiquetas de RFID que são aplicadas no acrigel (Foto: Reprodução/Beauty Technology)

*As unhas recebem etiquetas de RFID que são aplicadas no acrigel.


Uma das funcionalidades da unha, nomeada de “Abre-te Sésamo”, é inspirada nas palavras usadas para abrir a caverna do tesouro da história de Ali Babá. No entanto, no projeto da tech designer, as portas se abriam por uma combinação secreta de movimento dos dedos. Para isso, Kátia usou um leitor de RFID que continha o código correto e o transmitia para o microprocessador que controlava a porta. Se a combinação feita estivesse correta, a porta se abria.
Outro projeto feito com as unhas da tech designer é o Twinkle Nails, uma espécie de instrumento musical em que o usuário não toca em nenhum objeto. A iniciativa usa um leitor de RFID na cintura do usuário, que é capaz de traduzir as notas da música. A etiqueta de RFID de cada unha corresponde a uma nota musical.

Veja o funcionamento das Twinkle Nails abaixo:


Kátia também se lembrou do Aquadjing, uma mesa de DJ feita apenas com um recipiente cheio d’água e controlada pelas Beauty Tech Nails. “Nessa apresentação, a DJ Maribel Tafur pôde acrescentar efeitos e sons diferentes a 25 músicas apenas tocando na água”, disse. Ainda de acordo com Kátia, cada unha contava com uma etiqueta correspondente a uma função que a DJ poderia executar.


O Aquadjing é um dos projetos criado com a Beauty Tech Nails (Foto: Sara Maria Rodriguez)
*O Aquadjing é um dos projetos criado com a Beauty Tech Nails.

Enquanto ainda testa novas funcionalidades de suas criações, Kátia Vega afastou a possibilidade de venda dos protótipos. “Não penso nisso agora, quem sabe mais à frente. Por enquanto vou explorar outras formas de negócio e melhorar as criações”, falou.
Além de aprimorar o que já foi criado, a tech designer já acumula novas ideias. “Penso em uma tatuagem com essa mesma base, além de esmaltes e novos cosméticos. Mas tudo será aos poucos”, adiantou. Agora nos resta esperar pelas novas criações da inovadora peruana.



Leia Mais Em: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/pesquisadora-cria-sistema-que-controla-objetos-pelo-movimento-de-olhos-e-dedos.html

Aluno: Matheus Martins Amorim     

                                                              2º EMIEP


Instagram deve ganhar bordas, detector de sorrisos e tags em vídeos.



Os planos do Facebook para os vídeos no Instagram no futuro são bem ambiciosos. Pelo menos é o que diz uma patente registrada pela rede social nos Estados Unidos. Bordas, tags e detector de sorrisos são algumas das novidades que a funcionalidade de filmar no aplicativo pode receber nas próximas atualizações.

Patentes revelaram possíveis novidades do Instagram (Foto: Reprodução/TechCrunch)






As patentes são relativamente antigas, porém não faziam muito sentido até o Facebook lançar os vídeos no Instagram. Elas revelam a possibilidade de se capturar os frames e reposicioná-los posteriormente na edição, adicionar bordas às imagens gravadas e uma funcionalidade bastante interessante de detecção de rostos.
Já comum em câmeras fotográficas, o recurso tem como objetivo facilitar a marcação e uso de tags em pessoas e locais nos vídeos do Instagram. Isso costuma acontecer nas fotos, e o próprio Facebook, por exemplo, oferece uma ferramenta deste tipo nas fotos, porém, em vídeos, não é tão fácil e popular assim.
Além disso, o recurso pode ser útil como uma espécie de timer, já que ele pode fotografar as pessoas de maneira automática, somente identificando os rostos. O sistema de tags é outro destaque das patentes, permitindo a inserção de diversas informações e também o reconhecimento de conteúdo.
A novidade que mais chama a atenção, porém, é um recurso de identificação de áudio que faria com que o Instagram pudesse “ouvir” o usuário e destacasse o "clímax" daquele vídeo, baseando-se no que as pessoas estão falando e na maneira como falam. Estes recursos ainda não foram confirmados pelo Facebook e não há previsão de lançamento.



Leia Mais Em: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/07/instagram-deve-ganhar-bordas-detector-de-sorrisos-e-tags-em-videos.html

Aluno: Matheus Martins Amorim

2º EMIEP


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Protestos em São Paulo inspiram game para Facebook

Chamado 'V de Vinagre', jogo foi criado por agência de São Paulo.
Em game, usuário deve fugir da polícia e pegar garrafas de vinagre.

Os protestos contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo viraram inspiração para um game no Facebook. Chamado “V de Vinagre” (acesse aqui), o jogo foi criado pela Flux Game Studio em 18 horas de trabalho e lançado no sábado (15), às 14h.

          No game, um manifestante mascarado, inspirado no protagonista do filme “V de Vingança”, deve fugir da polícia que quer prendê-lo por portar vinagre – como aconteceu com algumas pessoas nas manifestações da última quinta-feira (13), em São Paulo. O vinagre pode ser usado para aliviar os efeitos do gás lacrimogênio lançado pela polícia.


No game 'V de Vinagre', usuário deve fugir da polícia e pegar potes de vinagre (Foto: Reprodução)
















Gente, portar vinagre agora é crime em SP. Tome cuidado para não tomar borrachada ou ser preso”, diz a página inicial do jogo. Quanto mais garrafas de vinagre o manifestante recolher, mais policiais se juntam para tentar alcançá-lo. Ao ser capturado, ele recebe um ranking de como a polícia o enxerga, como “meliante” ou “comunista”. Para jogar, o usuário deve usar apenas três teclas para correr, pular e escorregar.

        "Um roteiro no qual o manifestante precisa fugir da polícia por portar potes de vinagre em sua mochila poderia muito bem ser de um game 100% de ficção", afirma Paulo Luis Santos, diretor de criação da Flux, em uma nota enviada à imprensa neste domingo (16). “O problema é que, neste caso, é inspirado nessa triste realidade com a qual não podemos compactuar. A maneira como a polícia atuou infelizmente foi digna dos mais violentos e impressionantes filmes ou jogos de ação”, continuou Santos.
Na sexta-feira (14), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que eventuais abusos cometidos pela Polícia Militar (PM) durante os protestos serão apurados pela Corregedoria da corporação. Ele citou ainda o "rastro de destruição" deixado pelos manifestantes no último ato contra o aumento das tarifas do transporte público na capital, que terminou em confronto e mais de 200 detidos.




Aluno: Matheus Martins Amorim

Leia Mais Em:  http://g1.globo.com/tecnologia/games/noticia/2013/06/protestos-em-sao-paulo-inspiram-game-para-facebook.html

2º EMIEP

jovem de 21 anos de São José dos Campos faz estágio no Facebook

Gabriel Dalalio fez testes online com gestores da empresa no fim de 2012.
Ele trancou o curso de engenharia da computação no ITA no 5º ano.



Gabriel Dalalio faz estágio na sede do Facebook, nos EUA, desde fevereiro. (Foto: Arquivo pessoal/Gabriel Dalalio)


A rede social mais popular do mundo é também o ponto de partida da carreira de um jovem de São José dos Campos (SP). Aos 21 anos, Gabriel Dalalio foi um dos selecionados para compor o time de estagiários do Facebook  e, desde fevereiro, passou a integrar um grupo seleto de profissionais brasileiros que atuam no site.
No 5º ano de engenharia da computação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), uma das instituições mais concorridas do país, o jovem foi aprovado em um teste no segundo semestre do ano passado para estagiar na empresa nos Estados Unidos.
O que era um sonho, virou realidade no último dia 4 de fevereiro. Aprovado em uma seletiva online, que contou com testes e entrevistas dos gestores do Facebook, ele trancou a faculdade no Vale do Paraíba e embarcou para Menlo Park, na Califórnia (EUA). A sede do Facebook fica em uma região conhecida como Vale do Silício, onde estão gigantes da computação e tecnologia, como o Google, a Microsoft e a Apple.
Gabriel faz estágio atualmente no setor de programação de privacidade e mobile da rede social. Segundo ele, apesar de ser ainda um estágio, a função é um desafio, já que o site é bastante complexo.
Habilidade
Desde os 11 anos de idade, Gabriel participa de competições de conhecimento. Ele já ganhou mais de 14 medalhas nas áreas de matemática, física, astronomia e informática.
Percebendo a facilidade que tinha no aprendizado destas disciplinas e buscando desde os 14 anos ingressar em uma faculdade pública e posteriormente conseguir um estágio no exterior, investiu no estudo de algoritmos de programação - sem saber que este era o começo do caminho que resultaria em uma oportunidade, mais tarde, no Facebook.
Dalalio revela a receita do sucesso nos estudos. "Aos 14 anos, nessa idade comecei a estudar melhor por conta própria, vendo coisas que não eram passadas na escola", disse.
Futuro
Sem planos totalmente definidos para o futuro, Gabriel pretende inicialmente retornar ao Brasil após o fim do estágio, em maio, para terminar a faculdade. Depois ele pretende focar os esforços em conseguir um trabalho efetivo em uma grande empresa. 
"Estou gostando de trabalhar com programação mas sei até onde posso chegar com isso. Algumas pessoas nessa área tentam abrir sua própria empresa, mas não sei se sou bom nisso, acho que vou tentar por enquanto conseguir ser efetivado em uma boa empresa, quem sabe no Facebook", afirmou Dalalio ao G1. Ele emendou um elogio à empresa "Aqui é um lugar muito legal para se trabalhar".



Aluno: Matheus Martins Amorim

Leia Mais Em:http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2013/04/jovem-de-21-anos-de-sao-jose-dos-campos-faz-estagio-no-facebook.html

2º EMIEP

Apple recebeu até 5 mil pedidos das autoridades dos EUA sobre usuários

Ícone do aplicativo do Facebook aparece na tela do iPhone (Foto: AFP)


A Apple revelou no domingo (16) que recebeu entre 4 mil e 5 mil pedidos das autoridades americanas em um período de seis meses, como parte de um programa secreto de vigilância do governo dos Estados Unidos. A Microsoft e Facebook também divulgaram detalhes sobre os pedidos de informação privada feitos pelos EUA.
Em seu site, a Apple afirma que entre 1º de dezembro de 2012 e 31 de maio de 2013, as autoridades americanas enviaram até 5 mil pedidos de informação sobre seus usuários, envolvendo entre 9 mil e 10 mil contas ou dispositivos.
As solicitações chegaram de governos federal, estaduais e locais e incluíam tanto investigações criminais quanto assuntos de segurança nacional. "A forma mais comum de pedido veio de policiais que investigavam roubos e outros crimes, em busca de crianças desaparecidas, tentando localizar um paciente com Alzheimer, ou na esperança de evitar um suicídio", explicou a Apple.

 A companhia ainda disse que o setor jurídico avalia cada pedido. “Apenas se for o caso, recuperamos e entregamos o conjunto de informações mais limitado possível às autoridades”.
Segundo a Apple, algumas categorias de informações não são fornecidas às autoridades ou qualquer outro grupo pois a empresa escolhe por não guardá-las, como conversas nos aplicativos iMessage e FaceTime. “Da mesma forma, nós não armazenamos dados referentes à localização dos usuários, buscas no Mapa ou solicitações à Siri em qualquer forma de identificação”.
Apple, FacebookMicrosoft e outros gigantes da internet e do setor de tecnologia estão no centro do debate após a revelação de um vasto programa secreto de monitoramento das comunicações internacionais na internet, que segundo as autoridades americanas tem como objetivo apenas estrangeiros suspeitos de atividades terroristas e permitiu neutralizar ataques.



Aluno: Matheus Martins Amorim 

Leia Mais Em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/06/apple-recebeu-ate-5-mil-pedidos-das-autoridades-dos-eua-sobre-usuarios.html

2º EMIEP