segunda-feira, 17 de junho de 2013

Oculos Gamers, Sera que funcionam?


Oculos gamers, sera que funcionam?
Desde que comecei a escrever os posts sobre o SteelSeries Desmo e o Óculos exclusivo de MW3, me perguntava se essa tecnologia funcionavam de fato. A Steelseries, por exemplo, é uma empresa de peso, e colocar sua marca por trás de um produto significa que realmente atesta a qualidade dele. Mesmo assim estava com um pé atrás, esperando um pouco pra ver se saíam alguns reviews. Mas pra minha surpresa eles já existem sobre outros vários produtos da GUNNAR, a produtora das lentes de todos esses óculos. E pelos comentários, parece que realmente funcionam.
Steelseries Desmo
No Google achei 2 reviews sobre o SteelSeries Desmo. Esse da EvilSourceGaming deu nota 10/10 para o óculos, dizendo “quando eu adquiri o Desmo eu não estava muito convencido que esses óculos iriam mudar minha mente, mas dez horas depois de uso no computador/jogos… Estava totalmente convencido!”. Já esse da Wanderson75 deu nota 4.75/5 dizendo que “as cores do jogo [de Halo 3] foram melhoradas pela lente”, que percebia “os menores dos movimentos com o mínimo de esforço” e que “depois de 6 horas… meus olhos se sentiam os mesmos desde o minuto que comecei”. A única reclamação seria “um pequeno problema de reflexo”.
Modelo Animme da GUNNAR
Fiquei impressionado com reviews tão positivos, que diziam que não só que os óculos funcionavam mas também cumpriam suas promessas de melhorar a performance durante longos períodos. Mas o Desmo não é o único produto da GUNNAR, e tampouco o primeiro da Steelseries. No site Vortez analisaram um antecessor, o SteelSeries Scope Pro, dando nota ouro pra ele. Como pontos positivos ressaltaram a melhora na qualidade de imagem, o relaxamento dos olhos, o bom trabalho em evitar a fadiga e o conforto, enquanto que citaram negativamente o alto preço.
Steelseries Scope
Pelo jeito não é só o produto da Steelseries que funciona, mas também vários outros que levam as lentes da GUNNAR. No youtube encontrei outros reviews, e unanimemente todos elogiavam os óculos testados.
Esse primeiro diz que usa o óculos não só pra jogar, mas também para trabalhar. Ele ressalta como o produto é capaz de evitar a fadiga dos seus olhos, que ficam muitas horas trabalhando em frente ao computador. Diz que não fica mais no PC sem a posse deles.

Conheça o menor notebook do mundo

 

Você já ouviu falar sobre o iKIT? Nesse momento, ele deve estar no bolso de algum executivo, que precisa se conectar com o mundo através do seu notebook. Isso mesmo, eu disse notebook no bolso de algum executivo. Afinal, iKIT é o menor computador portátil do mundo, com apenas 9,5cm largura, 1,5cm de altura e 6,5cm de profundidade, pesando apenas 113g, já com a bateria!
O menor notebook do mundo tem teclado QWERTY (o mesmo presente em smartphones), sistema operacional Linux, tela de 2.8” com resolução QVGA, uma porta mini USB e Wi Fi e Bluetooth. O processador é o Marvell PXA270 (312MHz), a memória RAM é de 64MB e a capacidade de armazenamento de 128MB.
Pouco, né? Pois o fabricante, iMOVO, disponibilizou uma entrada para cartão SD que permite elevar a capacidade para até 8GB. A bateria tem duração de 250 horas em standby, e em funcionamento esse tempo cai para apenas 3 horas. Ele tem teclas dedicadas para acionar o player de áudio e vídeo, além de contar com uma webcam integrada (0,3MP). 
O fabricante diz que o iKIT é sob medida para chats, e-mails e internet, ao contrário dos smartphones, seus concorrentes. Seu preço sugerido varia de 99 a 130 euros. E ai, vai encarar?





 

Google quer disponibilizar wi-fi gratuito em todo o mundo

O Google está enviando balões para a estratosfera com o objetivo de disponibilizar wi-fi gratuito ao mundo. Trata-se do Projeto Loon. A ideia é fazer centenas de milhares de balões de alta pressão voarem na Terra e fornecerem internet para bilhões de pessoas. Faz parte do famoso Google X Lab, que trouxe ao mundo o Glass e carros autônomos. Segundo a Wired:

Esta é uma proposta audaciosa, e hoje em Christchurch, o Google fez uma conferência à imprensa com o primeiro-ministro da Nova Zelândia para revelá-lo formalmente. O Google também fará o maior teste do Projeto Loon: 50 pessoas em Christchurch dentro de uma faixa de 20 km dos balões verão se eles podem se conectar a partir do céu.


Balões ficariam na estratosfera Foto: Reprodução
Balões ficariam na estratosfera 


Iniciativa 2045 desenvolveu o 'androide mais humano do mundo' (Foto: Reprodução/Dmitry Itskov/Facebook) 

  Empresário russo quer transferir cérebro para robô e ser imortal

Iniciativa 2045 tem como objetivo criação de avatares para estender vida.
'Androide mais humano do mundo' será apresentado já em junho.

Um empresário russo criou “o androide mais humano do mundo” como parte de um projeto que pretende criar um avatar que eternizaria a vida humana. O robô será apresentado oficialmente durante um congresso em junho, mas já há fotos do protótipo no Facebook.
Dmitry Itskov é o idealizador da Iniciativa 2045, projeto cujo objetivo é desenvolver a interface cérebro máquina para que o ser humano seja capaz de controlar robôs – e até hologramas – à distância, somente com seus sinais neurais. As tecnologias desenvolvidas pela iniciativa, segundo definição do próprio grupo, têm como objetivo “a transferência da personalidade de um indivíduo para um portador mais avançado não-biológico, e a extensão da vida, incluindo a questão da imortalidade”.
Em outras palavras, a ideia do empresário é transferir seu cérebro para um androide e, através dele, viver para sempre.
O robô que será apresentado em 15 de junho em Nova York é uma réplica exata da cabeça de Itskov. Até 2020, segundo o cronograma do projeto, o objetivo é fazer com que uma pessoa conecte seu cérebro a uma máquina e possa controlar o robô remotamente. Isso seria útil para situações em que é necessário agir com precisão, mas em que não é seguro ir pessoalmente – conter um acidente em usina nuclear, por exemplo.







Cientistas suíços criam robô inspirado nos gatos

Modelo foi inspirado na morfologia dos felinos: rápido e elástico

Protótipo do robô 'felino' Foto: Divulgação
   Cientistas suíços do laboratório de biorrobótica da Escola Politécnica Federal de Lausanne desenvolveram um robô quadrúpede inspirado na morfologia de um felino.    
    Os pesquisadores observaram com detalhes os gatos - movimentação, corrida, formato das patas.   
    O robô, apelidado de filhote de guepardo, possui a mesma quantidade e as mesmas proporções dos segmentos - três em cada perna - dos gatos .Molas e pequenos motores que convertem energia em movimento foram usados para imitar tendões e músculos. Além disso, o robô é extremamente leve, compacto e robusto. 
    Segundo os cientistas, este robô é o mais rápido em sua categoria, ou seja, na velocidade normalizada para pequenos robôs quadrúpedes com 30kg. Em testes, o protótipo percorreu um trecho equivalente a sete vezes seu tamanho em um segundo e demonstrou agilidade mesmo em um terreno acidentado.

    O objetivo da plataforma é incentivar a investigação em biomecânica e eventualmente usar sua tecnologia na construção de modelos usados em missões de busca e resgate ou em explorações.

Tecnologia Sustentável - Aparelho tecnológico “verde” é opção para diminuir os danos do lixo eletrônico


Com tantas novidades tecnológicas os aparelhos antigos de celular, computador, TV e outros, saem de cena e dão lugar para os mais modernos. Os equipamentos não mais usados ficam guardados ou jogados no canto da casa ou escritório, até um dia, serem descartados no lixo comum. Correto? Ai está o problema. Esses resíduos eletrônicos são produzidos com substâncias nocivas e não podem ser descartados em lixos comuns. Porém, só no Brasil, são geradas 380 mil toneladas de lixo eletrônico por ano e grande parte destes resíduos são descartados de forma incorreta.

Para evitar que o seu lixo vire um vilão, se informe sobre pontos de coleta da sua cidade ou da marca do produto que irá descartar. A Sony Ericsson, Nokia, Dell, Motorola, Vivo e TIM, são umas das empresas que possuem sistema de coleta em suas lojas ou em redes autorizadas para descartar seu e-lixo (lixo eletrônico).

Outra alternativa para evitar a poluição é o uso dos eletrônicos sustentáveis. Em 2011 o Greenpeace divulgou um estudo classificando quais são os produtos eletrônicos mais verdes do mercado. Foi avaliada a existência de substâncias tóxicas em qualquer momento da produção, o consumo de energia e a durabilidade do material. Os eletrônicos analisados foram desktops, notebooks, netbooks, monitores LCD, televisões LCD e plasma e aparelhos celulares.
Celular recarregável em energia solar
O produto que conseguiu a melhor pontuação foi o monitor de computador da Asus. Entre os celulares, o modelo GT-S75550 da Samsung ficou como melhor colocado. Enquanto o modelo Aspen da Sony Ericsson é o primeiro entre os smartphones. Na categoria de televisões ganhou o modelo LC-52SE1 da Sharp. Entre os notebooks, a primeira colocação é o modelo UL30A da Asus. A Acer, também, é a responsável pela primeira posição entre os netbooks, com o modelo TM8172. Já o desktop mais ecológico é o Compaq 6005 Pro Ultraslim da HP.
Carregador de baterias à água
Falando de futuro, as descobertas ecológicas mais recentes é o carregador de baterias que funciona com uma pequena quantidade de água. A água é colocada em um compartimento pressurizado e misturada a uma solução que, ao entrar em contato com o hidrogênio, gera energia. O aparelho estará disponível no mercado a partir de maio. A segunda descoberta, que ainda está em testes, foi feita pelo Centro de Nanotecnologia de Londres, na qual, células de energia solar, colocadas atrás da tela do smartphone, capturam a luz que era desperdiçada e usa para recarregar a bateria do celular.
Já que as novas tecnologias são irresistíveis, o mais sensato é descartar corretamente o lixo eletrônico ou optar por produtos mais ecológicos!

terça-feira, 4 de junho de 2013

conheça o bookbook



  
Este é o bookBook – Disfarce para o Notebook: Passear com um Notebook caro por aí é meio que arriscado, chama atenção dos bandidos mesmo. Pensando nisso, inventaram um disfarce em formato de livro velho que deixa o notebook despercebido aos olhos dos criminosos. É o BookBook, uma case que dá a impressão de ser um livro de uma enciclopédia antiga. Está disponível nas cores preto clássico e vermelho vibrante, em capa dura. O preço vendido no exterior é de US$80.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

impressoras 3d

impressora_3d
Uma das primeiras impressoras 3D disponíveis no Brasil, a 3D Touch tem avaliações que variam entre a incredulidade e frustração
A impressora  3D Touch trabalha com dois tipos de plástico, o ABS e o PLA. Para os testes, usamos o segundo material, que é mais brilhoso e dá um aspecto bonito para as peças impressas.
Esta impressora custa mais de R$ 14 mil reais

A razão da área de impressão e a qualidade da impressão, a 3D Touch pode ser considerada relativamente lenta. Relativamente, a impressora é capaz de realizar a tarefa única de criar objetos literalmente do nada.
Combinando estes aspectos, fica claro que a impressora 3D não deve ser o produto mais solicitado dia das crianças – nem no Natal. A não ser para, talvez, um pequeno comerciante que quer incrementar sua gama de serviços de impressão ou um arquiteto, por exemplo..
A 3D Touch e suas sucessoras precisam preencher lacunas em quesitos como funcionalidade e eficiência para conquistar o consumidor final

terça-feira, 21 de maio de 2013

caderno digital


este  equipamento, possui uma tela de 13,3 polegadas que tem ainda um suporte para utilização de caneta. Com esse projeto, a Sony tem a intenção de substituir o velho caderno escolar e o bloquinho de notas das empresas de todo mundo.

O caderno ou bloco digital, se assim da para chamar, pesa 385 gramas, possui 6,8mm de espessura, sendo ideal para ser carregado em mochilas e bolsas. As escritas no novo aparelho que promete ser o substituto dos cadernos e blocos de anotações podem ser salvas em PDF, pois o mesmo possui 4GB de armazenamento.
Apesar de possuir um visor grande, a autonomia da bateria do aparelho chega a durar até 3 semanas. Para ter a certeza de que o aparelho será realmente o futuro substituto dos cadernos escolares e blocos de anotações, a Sony irá realizar diversos testes em três universidades do Japão ainda em 2013.
Sendo assim, a comercialização do caderno digital da Sony deverá ocorrer somente no próximo ano.
leia mais em: oficinadanet.com.br

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Os 10 maiores avanços tecnológicos de 2013, pelo MIT




Os 10 maiores avanços tecnológicos de 2013, pelo MIT:

 

Inteligência artificial, robôs de linha de montagem e controle de epidemias através de monitoramento de sinais de celular estão na lista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts

Inteligência artificial
Inteligência artificial: um dos avanços citados na lista é o aprimoramento dos softwares de inteligência artificial, com capacidade de reconhcer padrões de imagens e palavras (Thikstock)
Sequenciamento de DNA de fetos, Inteligência artificial avançada e até rede social com mensagens que se autodestroem: esses são alguns dos itens considerados pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) os maiores avanços tecnológicos de 2013.
A publicação do instituto, MIT Technology Review, elegeu as 10 principais descobertas do ano. De acordo com eles, o principal critério foi escolher “avanços que deem às pessoas novas maneiras de usar a tecnologia”. Desde novas abordagens para uma tecnologia existente – caso dos relógios que mostram as mensagens de smartphones – até projetos experimentais – como o chip que recupera a capacidade do cérebro de criar memórias –, todos os itens apresentam soluções criativas para diferentes tipos de problemas, dos mais simples aos mais persistentes. A lista, porém, não os classifica em ordem de importância.
 
1 de 10

Painel solar mais eficiente

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia estão desenvolvendo um dispositivo que produz duas vezes mais energia solar do que os painéis atuais. De acordo com Harry Atwater, um dos desenvolvedores do projeto, isso é possível devido aos avanços recentes na habilidade de manipular a luz em escalas pequenas.
Os painéis solares são feitos de células com materiais semicondutores, geralmente silício. Como este material absorve apenas uma parte do espectro da luz solar, grande parte da luz se perde em forma de calor.
Enquant os painéis comuns convertem menos de 20% da energia em eletricidade, o novo dispositivo teria eficiência de pelo menos 50%, devido a um design diferente, que divide a luz solar (como faz um prisma, em seis a oito componentes) e direcionada cada uma das cores para uma célula com um tipo de semicondutor que a absorve.
Para Atwater, aumentar a eficiência dos painéis solares é a melhor opção para reduzir o custo da energia solar. Uma vez que os preços dos painéis já têm sido reduzidos ao longo dos anos, torná-los ainda mais baratos tem pouco impacto no custo total de um sistema de energia solar. Com painéis mais eficientes, porém, a quantidade deles necessária para produzir a mesma quantidade de energia é menor, o que reduz custos com instalação, que hoje é um dos principais entraves para a sua popularização.

Mensagem que se autodestrói

Pensando na quantidade de fotos e mensagens trocadas diariamente pela internet e nos problemas de privacidade relacionados a isso, dois estudantes de Stanford, Evan Spiegel e Bobby Murphy criaram o Snapchat, um aplicativo de mensagens instantâneas no qual o usuário envia fotos e vídeos e decide por quanto tempo eles vão ficar disponíveis para quem os recebe. Depois de dez segundos ou menos, as imagens desaparecem para sempre (o que explica porque o símbolo do aplicativo é um fantasma).
No ano passado, o facebook lançou o Poke (em português, Cutucar), que tem o mesmo princípio de mensagens que desaparecem. De acordo com os fundadores, eles queriam dar às pessoas a chance de se expressar sem se preocupar com algo que vai ficar armazenado, recriando um tipo de comunicação espontânea, como acontece na vida real.
O aplicativo, porém, ainda tem alguns problemas. O usuário pode tirar uma foto de uma imagem que receber antes que ela seja apagada, por exemplo. Nesses casos, a pessoa que mandou a foto é avisada, mas isso não impede que a foto seja armazenada ou divulgada.

Smartphone de pulso

Quando Eric Migicovsky criou o Pebble (relógio que se conecta a smartphones), há cerca de cinco anos, ele estava procurando um jeito prático de checar informações em seu celular enquanto andava de biciclleta, sem ter que tirar o aparelho do bolso a todo o momento.
O relógio se conecta via Bluetooth a iPhones e aparelhos que usam o sistema Android e mostra notificações, mensagens e outros dados simples em sua tela em preto e branco. O desenvolvimento do protótipo foi viabilizado por uma plataforma online de financiamento coletivo, o Kickstarter. Em abril do ano passado, Migicovsky pediu 100 mil dólares e, em cinco semanas, recebeu mais de 10 milhões. Os “relógios inteligentes” se tornaram um mercado à parte. A Sony entrou no ano passado e Samsung e Apple ainda devem fazer o mesmo.

Redes elétricas poderosas

Sistemas de corrente contínua em alta tensão (tipo de corrente elétrica na qual os elétrons vão sempre na mesma direção) são os mais eficientes para transportar grandes quantidades de eletricidade por milhares de quilômetros. Apesar de serem melhores do que os sistemas de corrente alternada (aquela cujo sentido varia de acordo com o tempo), que ainda correspondem à maioria do sistemas existentes, eles são menos utilizados porque só permitem fazer uma transmissão direta, de uma ponta à outra, e não criar redes integradas, que são necessárias aos sistemas elétricos.
A empresa suíça ABB criou um dispositivo que pode resolver este problema técnico: um disjuntor para sistemas em corrente contínua em alta tensão. Ele permite desconectar partes da rede que apresentam algum problema, enquanto o restante dela funciona normalmente.
Redes de corrente contínua seriam mais eficientes para conectar fontes de energia renováveis a longas distâncias. Isso possibilitaria, por exemplo, levar energia solar ou eólica a locais que não apresentam potencial de produção desse tipo de energia.

Impressão 3D em escala industrial

Ao tomar a decisão de produzir bocais de combustível para um novo motor de avião utilizando a técnica da fabricação aditiva (versão industrial da impressão 3D), a General Electric (GE) deu o primeiro passo para a introdução desse tipo de processo pelas grandes indústrias.
O método de impressão 3D já é utilizado para a produção de algumas peças específicas, como implantes médicos e protótipos de plásticos para engenheiros e designers, mas a produção em grande escala é onde esta tecnologia pode ter o maior impacto comercial.
A fabricação aditiva é vantajosa para empresas porque gasta menos material na hora de produzir as peças.  No caso da GE, ainda há a vantagem de que a peça produzida fica mais leve, o que significa economia de combustível para os aviões.

Robô industrial amigável

Robôs industriais costumam ser imensos e ficar isolados em espécies de gaiolas, para evitar a aproximação de trabalhadores. Eles só podem ser reprogramados por especialistas e podem até causar acidentes, por não serem capazes de perceber a presença de pessoas por perto.
Pensando nisso, Rodney Brooks, um dos fundadores da empresa Rethink Robotics ("Repense a robótica", em tradução livre), que busca revolucionar os robôs industriais, lançou no ano passado o Baxter, um robô que ajuda na linha de montagem.  Ele tem braços flexíveis e uma tela de LCD com um rosto, que serve não só para deixa-lo mais "amigável", mas para indicar onde sua atenção está concentrada. Ele é capaz de perceber obstáculos e aproximação de pessoas e pode ser facilmente reprogramado para ajudar em diversas tarefas.

Microchip de memória

Neurocientistas de diversas universidades americanas criaram um microchip que restaura a capacidade do cérebro de produzir memórias de longo prazo (aquelas das quais nos lembramos por dias ou anos).
Ted Berger, professor de engenharia biomédica da Universidade do Sul da Califórnia, analisou como os sinais elétricos se propagam através dos neurônios do hipocampo, região do cérebro que transforma memórias de curto prazo em longo prazo, e utilizou criou um modelo que imita essa movimentação.
O dispositivo já foi testado em ratos e macacos, e os pesquisadores estimam que os estudos em humanos comecem em cerca de dois anos.
 

Monitoramento de epidemias pelo celular

Pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard, em Boston, criaram uma estratégia de combate à malária com base em torres de transmissão de sinal de celular. Dessa forma eles descobriram, por exemplo, que pessoas que faziam ligações ou enviavam mensagens perto da torre de transmissão da cidade de Kericho, no Quênia, faziam viagens para fora da região 16 vezes mais do que a média, e também eram três vezes mais propensos a visitar a região do Lago Vitória, um dos grandes lagos africanos, identificado como um dos principais focos da doença. A causa de tanta movimentação foi identificado por imagens de satélite: uma plantação de chá que tinha muitos migrantes ficava próxima à torre de Kericho.
Essa pesquisa pode ajudar a detectar os principais focos nos quais a doença deve ser combatida prioritariamente, além de ser uma feramente útil para controle de movimentação de pessoas, uma vez que muitos países mais pobres não conseguem fazer essa contagem de forma eficiente.
Esse tipo de informação também pode ajudar em campanhas de prevenção baratas, como por exemplo, enviar mensagens de texto a pessoas que entram na zona de cobertura da torre de Kericho alertando sobre o uso de mosqueteiros. A estratégia ainda tem a vantagem de funcionar com diversos tipos de telefone, inclusive aqueles mais simples, que só fazem ligações e mandam mensagens.

Sequenciamento do DNA de fetos

Recentemente foram desenvolvidos testes capazes de detectar Síndrome de Down e algumas outras doenças cromossômicas em bebês ainda na barriga da mãe. Até então, o único jeito de detectar essas doenças era por meio da retirada de células da placenta ou do líquido amniótico, processo que envolve um pequeno risco de aborto espontâneo.
E este pode ser apenas o começo do sequenciamento de DNA pré-natal. Alguns laboratórios que estão fazendo os testes para Síndrome de Down já encontraram um jeito de obter muito mais informações sobre o feto a partir do sangue da mãe – inclusive o genoma completo.
Além de um grande avanço científico, especula-se que esta descoberta tenha grande potencial econômico, uma vez que a gravidez pode ser o maior campo de aplicação do sequenciamento de DNA. Atualmente, alguns pacientes têm o DNA sequenciado quando apresentam uma doença genética ou câncer, mas alguns especialistas já arriscam dizer que no futuro as pessoas não vão esperar ficar doentes para fazer o sequenciamento.
No entanto, o sequenciamento de DNA fetal ainda está longe de ser uma prática acessível. Sequenciar o genoma do bebê a partir do sangue da mãe ainda é um processo longo e trabalhoso, que deve custar caro. O sequenciamento do genoma de um adulto atualmente custa cerca de 10.000 dólares, e o procedimento para um feto deve ser mais caro.
Além da questão econômica, ainda existem diversas discussões éticas sobre esse avanço. Descobrir durante a gravidez as doenças que o bebê terá ao nascer, e talvez até mesmo ao longo da vida, pode ou levar a uma opção maior pela realização de abortos, ou mesmo criar um desespero "desnecessário", uma vez que para muitas dessas doenças ainda não existe tratamento.